Jornada
Histórias, bastidores e visão da Groovia
Pico de demanda com agentes de IA: preparar a operação antes da onda
Black Friday, safra, matrícula, fechamento. O pico está no calendário há um ano e ainda assim surpreende. Este artigo mostra o que muda quando parte da operação é feita por agentes, incluindo o custo que escala junto e o plano de desligar coisas na ordem certa.
IA em rede de franquias: como padronizar sem engessar o franqueado
Numa rede de franquias, a IA já entrou por trinta portas diferentes, cada franqueado com a sua ferramenta e o seu jeito. Este artigo mostra como a franqueadora recupera o padrão sem sufocar a autonomia de quem é dono do próprio negócio.
O day after da imersão: a primeira semana depois do treinamento de IA
A sala termina em pé, com energia alta e ideias anotadas. Setenta e duas horas depois, a operação engole tudo. Este artigo traz os cinco movimentos da primeira semana, o que fazer no dia 7 e como medir em 30 dias se o treinamento virou operação.
PME sem TI: quem sustenta os agentes de IA
Colocar o agente para rodar é a parte fácil. A pergunta que derruba operação em empresa sem time de TI é quem cuida dele na terça-feira em que ele para. Os três papéis mínimos, o custo real de sustentação e os cinco sinais de que ela não existe.
Em quanto tempo a IA dá resultado na empresa
Três relógios andam ao mesmo tempo quando uma empresa começa com IA, e cada um entrega numa janela diferente. Este artigo separa o que aparece em 30 dias, o que aparece em 6 meses e o que só chega em 18, com a régua que eu uso para prometer prazo em proposta.
O piloto de IA que deu certo e ficou sem dono
Existe um tipo específico de fracasso em IA que ninguém registra: o piloto que funcionou, provou o valor e morreu porque nenhuma área assumiu a operação. Este artigo explica o mecanismo por trás disso, mostra o que falta de verdade quando falta dono e traz o roteiro de passagem de bastão.
IA e remuneração variável: quem fica com o ganho de produtividade
Quando a IA dobra a capacidade de entrega de uma área, a estrutura de meta variável construída sobre volume produz um problema imediato: ou a empresa paga bônus recorde por ganho que veio da ferramenta, ou recalibra a meta e o time entende confisco. Este artigo traz os desenhos que resolvem essa tensão.
Eficiência com IA: quando o conselho pede corte e o time ouve demissão
O conselho pede eficiência com IA, a diretoria repassa, e três níveis abaixo a frase chega como aviso de corte. Este artigo mostra onde a mensagem se distorce, quais sinais revelam que a tradução já aconteceu e como formular o mandato de eficiência com IA sem prometer estabilidade que a empresa é incapaz de garantir.
Turnover e IA: o que acontece com a retenção quando o time passa a operar agentes
A entrada de agentes de IA mexe na retenção antes de mexer na produtividade, e o efeito raramente aparece onde a diretoria espera. Este artigo mapeia quem sai primeiro, por quais motivos, quais sinais antecedem o pedido de demissão e o que efetivamente retém quem passou a operar agentes no dia a dia.
Trilha de letramento em IA por nível: conselho, diretoria, gerência e operação
Letramento em IA por nível hierárquico exige objetivo, formato e evidência diferentes para conselho, diretoria, gerência e operação. Eu detalho o que cada plateia precisa dominar, a trilha de noventa dias, quem ensina cada bloco, como medir se o aprendizado pegou e o custo real do programa.
O tempo que a IA devolve: como redesenhar a semana da equipe
Horas liberadas por IA se dissolvem quando ninguém decide o destino delas. Eu detalho as três destinações possíveis, o ritual de retirada de trabalho, a semana redesenhada em quatro blocos, como descobrir onde o tempo foi e o limite entre devolver tempo e intensificar a rotina.
Avaliação de desempenho num time que trabalha com agentes
Avaliar desempenho num time que usa IA exige trocar volume de entregas por qualidade de julgamento. Eu detalho as quatro competências que passam a valer mais, por que medir uso de ferramenta é o pior indicador, o que fazer com as metas do ciclo em curso e como conduzir a conversa de desempenho.
A segunda onda: o que muda quando cinco áreas usam IA ao mesmo tempo
A segunda onda de adoção de IA quebra o que funcionou no piloto. Eu mapeio os cinco problemas que aparecem simultaneamente, a figura do dono de plataforma que resolve boa parte deles e como sequenciar áreas para escalar sem perder controle.
O anúncio que define a adoção: como comunicar IA ao time sem gerar pânico
O anúncio de IA ao time é o momento em que a empresa decide se vai ter adoção ou resistência. Eu descrevo os três medos que aparecem em toda plateia, a estrutura de sete blocos que eu uso, a frase sobre emprego que precisa ser dita com todas as letras e como medir se a comunicação funcionou.
Contratar na era da IA: o perfil que eu passei a buscar e o que deixei de exigir
A IA mudou o que vale num currículo: habilidades de execução que sustentavam carreiras viraram commodity, e atributos antes secundários, julgamento, curiosidade, clareza ao delegar, viraram os mais caros do mercado. Eu descrevo o perfil que passei a buscar, as perguntas de entrevista que uso e o novo problema do júnior.
IA e memória institucional: o que acontece quando o seu melhor especialista vai embora
O conhecimento mais valioso da empresa mora na cabeça de poucas pessoas e vai embora com elas. Eu mostro como a IA transformou a captura de memória institucional de projeto impossível em rotina barata, e o roteiro para começar antes da próxima carta de demissão.
A sua empresa começou bem com IA e estacionou? O diagnóstico do platô
Entre o piloto bem-sucedido e a transformação de verdade existe um vale onde a maioria das empresas estaciona. Eu descrevo as quatro causas do platô, o herói único, os casos fáceis esgotados, a ausência de redesenho e a medição frouxa, e o roteiro para retomar a subida.
Quando o ganho de produtividade vira meta: o efeito rebote da IA sobre o time
Existe um paradoxo se formando nas empresas: a IA libera horas, a empresa recheia as horas com mais demanda, e o time termina o ano mais pressionado do que começou. Eu explico o efeito rebote, a conexão com os riscos psicossociais da NR-1 e o desenho de gestão que captura o ganho sem queimar as pessoas.
A adoção de IA vive ou morre na mão do gerente do meio
Entre a decisão do board e o uso na ponta existe uma camada que define o destino de qualquer programa de IA: o gerente do meio. Eu descrevo os três medos que ninguém verbaliza, o erro clássico da diretoria e o playbook para transformar essa camada em dona da adoção.
Letramento em IA: por que treinar o time vence bloquear ferramenta
Bloqueio protege até o primeiro celular; critério protege em qualquer ferramenta. Eu apresento o programa de letramento em IA que transforma o time na primeira linha de defesa e de produtividade.
IA e ansiedade no time: o que os CHROs me contam nos bastidores
Nos bastidores, os CHROs me contam a mesma coisa sobre IA: o time está ansioso. Eu compartilho o que ouço e o que os melhores líderes fazem com isso.
A verdade sobre "a IA vai roubar o seu emprego"
Todo mundo teme que a IA roube empregos. Depois de assessorar centenas de empresas, eu vejo o risco em outro lugar. Aqui vai a conversa honesta sobre isso.
O dia em que a IA deixa de ser projeto e vira rotina
O sucesso da IA chega quando ela some do centro das atenções e vira rotina invisível. Eu mostro como é esse dia, como saber se você está perto e como chegar lá.
Cultura de IA: como levar a empresa inteira a adotar a tecnologia
A cultura decide o ritmo da adoção de IA. Veja como a liderança constrói uma cultura que abraça a tecnologia, vence o medo e mantém o humano no centro.
O futuro do trabalho: como as funções mudam com a chegada dos agentes
Os agentes de IA redesenham as funções: as pessoas migram da execução repetitiva para a orquestração e o julgamento. Veja como preparar a empresa e o time.
O que é um agente de IA e onde ele já trabalha nas empresas
Um agente de IA recebe um objetivo e executa uma tarefa inteira com autonomia supervisionada. Entenda o que ele é, como difere de um chatbot e onde já trabalha.
Como preparar a liderança para orquestrar humanos e agentes
A chegada dos agentes de IA exige um novo tipo de liderança. Veja como preparar o líder para orquestrar humanos e agentes com objetivos claros e supervisão humana.
Demissões guiadas por IA: o erro que muitos CHROs vão precisar corrigir
Muitas empresas cortaram pessoas apostando em ganhos de produtividade que a IA ainda precisava provar. Entenda o padrão do erro e o caminho que o CHRO segue para acertar.
Demissões baseadas em IA: o erro que a maioria dos CHROs ainda vai precisar desfazer
1% das demissões feitas no 1º semestre de 2025 teve ganho real de produtividade comprovado. Os outros 99% foram aprovados antes do dado. O padrão por trás do erro que os CHROs estão prestes a ter que desfazer.
História da Groovia: De Harvard à França
A Groovia não nasceu de uma ideia de negócio. Nasceu de uma frustração acumulada ao longo de 15 anos.